quinta-feira, 4 de abril de 2013

Resenha #1 - A Culpa é das Estrelas, John Green.


Título: A Culpa é das Estrelas
Autor: John Green 
Editora: Intrínseca
Páginas: 288
Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante, o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A Culpa É das Estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.

Sabe aquele tipo de livro que você não sabe se é o melhor que você já leu, ou o que você mais odeia? A Culpa é das Estrelas, do John Green é um desses. Ao terminar o livro, você fica com ódio do escritor, aí chora por horas, do tipo de choro que você não sabe porque está chorando, só quer chorar e pronto. E quando pensa que acabou, volta a lembrar do que leu e o motivo desconhecido do choro volta, e você chora mais um pouco. Mas ok, pois uma coisa é incontestável: é uma história linda. 
A história começa quando a mãe de Hazel está meio que obrigando ela a ir ao Grupo de Apoio (ela - Hazel - tem câncer) e Hazel diz que não vai ajudar em nada (comentário construtivo de Hazel sobre o Grupo: SAAAAAAAACO), mal sabe ela que todo o desenrolar da história, e a melhor parte de sua história, começa por aí. 

Hazel é aquele tipo de personagem que te conquista desde a primeira palavra escrita. E August, ou Gus, é cativante e divertido. Daqueles que você quer conhecer e quer que exista de verdade. Ao todo, o livro é bom, o problema na verdade, é... Eu não sei qual o problema, só que você fica com raiva do escritor, mais vale a pena ler, e refletir que nossos problemas não são nada em relação à outros, e esses outros não são nada em relação à outros maiores.​ As vezes dá para pensar que o John nos odeia, pois nos faz rir até o estômago doer e chorar tanto que faz nossos corações desabarem no chão 

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